terça-feira, 23 de outubro de 2012
quarta-feira, 3 de outubro de 2012
Lançamento Oficial do Programa: "Formação Docente e Políticas Educacionais para Quilombos: Continuidades e Perspectivas"
Ocorreu nos dias 30 e 31 de Agosto de 2012 o lançamento oficial do Programa: "Formação Docente e Políticas Educacionais para Quilombos: Continuidades e Perspectivas". O evento se constitui com o I Fórum de Debates e a I Formação Docente que contou com a presença de vários representantes das comunidades quilombolas dos municípios de Canguçu, Pelotas, Piratini e São Lourenço do Sul, bem como professoras da rede destes município, além de representantes da Universidade e de movimentos sociais.
Entre as temáticas abordadas tivemos:
HISTÓRIA, CONJUNTURA E PERSPECTIVA DA LUTA QUILOMBOLA NO BRASIL, debatido por :
DENILDO RODRIGUES/CONAQ + ANTÔNIO LEONEL (C.Q. VÓ EUVIRA) + UBIRAJARA TOLEDO (IACOREQ)
EDUCAÇÃO ESCOLAR QUILOMBOLA E TERRITÓRIO: A EXPERIÊNCIA DE
CONCEIÇÃO DAS CRIOULAS (PE)
GIVÂNIA SILVA (INCRA)
Nesse momento também foi possível ouvir o depoimento de alguns quilombolas sobre a educação, como Sr. Olívio da Favila/Canguçu e Sr. Roberto do Cerro das Velhas/Canguçu.
Se fez presente nesse dia no evento, o professor João Nelci Brandalise, como representante da Pró- Reitoria de Extensão e Cultura e nosso incansável apoiador.
Como em todos os eventos, sempre procuramos receber bem a todos os participantes, compreendemos que as pessoas precisam se deslocar de suas casas, muitas em outro município, e aguardamos a todos com um café de acolhida, onde se torna possível o saudoso abraço entre os conhecidos ou um olá entre aqueles que estamos vendo pela primeira vez.
Outro espaço de acolhida que procuramos proporcionar é o almoço, momento importante para que as pessoas possam dialogar e trocar idéias sobre o que os inquieta.A escola desenvolve inúmeros projetos com a arte, onde se da espaço a criatividade dos alunos. A arte esta viva também nas comunidades quilombolas, através da dança e da música.O evento tem como objetivo mostrar como isto dialóga com a vida de cada ser humano.
Presença dos artistas José Darcy, Jonas Fernando e Waldir:
Trabalho desenvolvido pelo professor Marcelo, desenvolvido totalmente com materiais recicláveis:
Já no segundo dia de evento, os trabalhos iniciaram com uma ciranda de roda, no pátio da escola, instruído pela profª Clareth.
Logo após, retornando as mesas de debates, tivemos:
ETNOBOTÂNICA: OS SABERES QUILOMBOLAS E SENTIDOS IDENTITÁRIOS,
CULTURAIS E POLÍTICOS
PROFª. CLAUDEMIRA LOPES (IF - PARANÁ/PR)
TRANSFORMAÇÕES NA AGRICULTURA E IMPACTOS SOCIAIS:
ABÍLIO MAIWORM-WEIAND (GRADUANDO EM C. SOCIAIS/UFF)
AGROECOLOGIA: SABERES, PRÁTICAS E CONTRIBUIÇÕES DOS QUILOMBOS
LOURIVAL FIDÉLIS (DOUTORANDO UNICAMP)
Encerrando as atividades desses dois primeiros dias de evento, a participação da Laura e da Clareth foi fundamental
A universidade Federal de Pelotas, colocando seus serviços a comunidade:
CORPOREIDADES E MUSICALIDADES NEGRAS COMO FATOR DE RESISTÊNCIA
PROFª. MARIA CLARETH REIS + LAURA SANTOS (C.Q. CAMPINHO DA INDEPENDÊNCIA)
Entre as temáticas abordadas tivemos:
HISTÓRIA, CONJUNTURA E PERSPECTIVA DA LUTA QUILOMBOLA NO BRASIL, debatido por :
DENILDO RODRIGUES/CONAQ + ANTÔNIO LEONEL (C.Q. VÓ EUVIRA) + UBIRAJARA TOLEDO (IACOREQ)
EDUCAÇÃO ESCOLAR QUILOMBOLA E TERRITÓRIO: A EXPERIÊNCIA DE
CONCEIÇÃO DAS CRIOULAS (PE)
GIVÂNIA SILVA (INCRA)
Nesse momento também foi possível ouvir o depoimento de alguns quilombolas sobre a educação, como Sr. Olívio da Favila/Canguçu e Sr. Roberto do Cerro das Velhas/Canguçu.
Se fez presente nesse dia no evento, o professor João Nelci Brandalise, como representante da Pró- Reitoria de Extensão e Cultura e nosso incansável apoiador.
Como em todos os eventos, sempre procuramos receber bem a todos os participantes, compreendemos que as pessoas precisam se deslocar de suas casas, muitas em outro município, e aguardamos a todos com um café de acolhida, onde se torna possível o saudoso abraço entre os conhecidos ou um olá entre aqueles que estamos vendo pela primeira vez.
Outro espaço de acolhida que procuramos proporcionar é o almoço, momento importante para que as pessoas possam dialogar e trocar idéias sobre o que os inquieta.A escola desenvolve inúmeros projetos com a arte, onde se da espaço a criatividade dos alunos. A arte esta viva também nas comunidades quilombolas, através da dança e da música.O evento tem como objetivo mostrar como isto dialóga com a vida de cada ser humano.
Presença dos artistas José Darcy, Jonas Fernando e Waldir:
Trabalho desenvolvido pelo professor Marcelo, desenvolvido totalmente com materiais recicláveis:
Já no segundo dia de evento, os trabalhos iniciaram com uma ciranda de roda, no pátio da escola, instruído pela profª Clareth.
Logo após, retornando as mesas de debates, tivemos:
ETNOBOTÂNICA: OS SABERES QUILOMBOLAS E SENTIDOS IDENTITÁRIOS,
CULTURAIS E POLÍTICOS
PROFª. CLAUDEMIRA LOPES (IF - PARANÁ/PR)
TRANSFORMAÇÕES NA AGRICULTURA E IMPACTOS SOCIAIS:
ABÍLIO MAIWORM-WEIAND (GRADUANDO EM C. SOCIAIS/UFF)
AGROECOLOGIA: SABERES, PRÁTICAS E CONTRIBUIÇÕES DOS QUILOMBOS
LOURIVAL FIDÉLIS (DOUTORANDO UNICAMP)
Encerrando as atividades desses dois primeiros dias de evento, a participação da Laura e da Clareth foi fundamental
A universidade Federal de Pelotas, colocando seus serviços a comunidade:
CORPOREIDADES E MUSICALIDADES NEGRAS COMO FATOR DE RESISTÊNCIA
PROFª. MARIA CLARETH REIS + LAURA SANTOS (C.Q. CAMPINHO DA INDEPENDÊNCIA)
quinta-feira, 8 de dezembro de 2011
Brasil, Panamá e Equador assumem compromisso de continuidade para o Quilombos das Américas
Resultados de pesquisas realizadas nos três países vão subsidiar o desenho de ações para o fortalecimento das comunidades afrorrurais na região
Brasil, Panamá e Equador assinaram ontem (07) uma Declaração de Intenções, visando à promoção de intercâmbios entre comunidades afrorrurais dos três países, através do Projeto Quilombos das Américas. O acordo foi firmado entre a Secretaria de Políticas de Promoção da Igualdade Racial da Presidência da República (Seppir-PR), a Secretaria Executiva da Etnia Negra da Presidência da República do Panamá (Seen) e a Corporação de Desenvolvimento Afro-Equatoriana da Presidência da República do Equador (Codae).
O documento foi consolidado durante a solenidade de abertura da I Oficina para Intercâmbio de Experiências e Pacto de Ações do Quilombos das Américas, cujo objetivo é promover a soberania alimentar e a ampliação do acesso aos direitos econômicos, sociais e culturais de comunidades afrorrurais nas Américas, buscando fomentar a construção de redes de cooperação insterinstitucional.
A oficina segue até sexta-feira (09), no auditório do Subsolo do Bloco A na Esplanada dos Ministérios, em Brasília, com o objetivo de compartilhar parte dos resultados obtidos em 47 dias de pesquisas de campo. A coleta foi feita entre os meses de outubro e dezembro deste ano, nas comunidades de Valle del Chota-Salinas e La Concepción, no Equador; Garachiné, em Darién, no Panamá, e Empata Viagem, em Maraú, na Bahia, Brasil. Por meio de metodologia específica, foram abordados aspectos sociais, econômicos, alimentares, institucionais, tecnológicos e culturais dos grupos visitados.
“Com esse trabalho de campo, feito com a contribuição fundamental das comunidades, esperamos ter desenhado os passos para a continuidade do projeto, que é inovador sobre vários aspectos”, afirmou a ministra da Seppir, Luiza Bairros. Em seguida, ela declarou a expectativa de colaboração das instituições para que o Quilombos das Américas ofereça condições às comunidades de formarem um pólo político na região. “A partir de janeiro, entraremos na vigência do Plano Plurianual 2012/2015, que tem um forte respaldo para a temática, e isso favorece o alcance das metas desse projeto para a afirmação das nossas comunidades afrorrurais”, completou a ministra.
Na opinião do secretário-executivo da Codae, José Chálá, quando se fala dos quilombos das Américas fala-se de uma grande família do continente. O gestor equatoriano referia-se à similaridades que marcam as comunidades afrodescendentes rurais da região. “O projeto representa o começo da reconstrução da história desses povos”, afirmou ainda Chálá. Já a representante da Coordenação Nacional das Comunidades Quilombolas (Conaq), Núbia de Souza, destacou a importância do envolvimento das mulheres e do seu empoderamento para a garantia dos avanços das políticas públicas.
O projeto
O Quilombos das Américas é uma iniciativa inspirada pelo Ano Internacional dos Afrodescendentes e coordenada pela Seppir/PR. A pesquisa de campo envolveu pesquisadores com formações acadêmicas distintas e diferentes nacionalidades. O estudo incluiu a abordagem de aspectos sociais, econômicos, alimentares, institucionais, tecnológicos e culturais de comunidades, cujas características históricas e do modo de viver são similares entre grupos rurais constituídos por afrodescendentes.
O Quilombos das Américas é uma iniciativa inspirada pelo Ano Internacional dos Afrodescendentes e coordenada pela Seppir/PR. A pesquisa de campo envolveu pesquisadores com formações acadêmicas distintas e diferentes nacionalidades. O estudo incluiu a abordagem de aspectos sociais, econômicos, alimentares, institucionais, tecnológicos e culturais de comunidades, cujas características históricas e do modo de viver são similares entre grupos rurais constituídos por afrodescendentes.
Participam do projeto a Seppir, a Embrapa, a Agência Brasileira de Cooperação (ABC), do Ministério das Relações Exteriores, o Instituto de Pesquisas Econômicas Aplicadas (Ipea), a Secretaria Geral Ibero-americana (Segib), o Instituto Interamericano de Cooperação para a Agricultura (IICA), a ONU Mulheres - Entidade das Nações Unidas para Igualdade de Gênero e Empoderamento das Mulheres, e o Programa Interagencial de Promoção da Igualdade de Gênero, Raça e Etnia.
O projeto conta ainda com apoio da Conaq, do Ministério do Desenvolvimento Agrário (MDA), através do Instituto Nacional de Colonização e Reforma Agrária (Incra), da Codae, Seen, a Federação das Comunidades Negras de Carthi e Imbabura (Feconithi), no Equador, a Associação dos Quilombos da Região de Empata Viagem e a Alcadia de Tchpigana no Panamá.
Fonte: Seppir
terça-feira, 29 de novembro de 2011
Autores negros terão edições eletrônicas de suas obras co-editadas
Obras do acervo da Biblioteca Nacional, escritas por autores afrodescendentes, serão co-editadas em formato eletrônico e para domínio púbico. A ação está prevista no acordo de cooperação assinado hoje (28) entre a Fundação Biblioteca Nacional do Ministério da Cultura (FBN/MinC) e a Secretaria de Políticas de Promoção da Igualdade Racial (Seppir), visando a adesão da FBN à campanha Igualdade Racial é pra Valer. Além deste, vários outros projetos com o mesmo foco serão implementados pela instituição. Para cada iniciativa proposta, será assinado um termo de cooperação específico. O primeiro deles, firmado hoje, prevê a implantação em áreas habitadas por povos e comunidades tradicionais afro-brasileiros, de cinco Pontos de Leitura denominados 'Ancestralidade Africana no Brasil'. Este será o primeiro de uma rede, para a qual serão doados mais cinco acervos temáticos pela FBN. A Fundação se compromete com a oferta, a cada um dos grupos contemplados, de mais de 600 obras voltadas para o tema, além de material de informática e mobiliário.
Consolidada hoje, no Rio de Janeiro, a cooperação entre os dois órgãos prevê ainda o lançamento de editais para estudos e pesquisas ligados ao trabalho de homens e mulheres negros brasileiros. Outra meta do acordo é a divulgação da literatura de autores afro-brasileiros por meio de mostras, envio de livros para bibliotecas e ações de incentivo à leitura.
A solenidade de assinatura do acordo marcou as celebrações do Ano Internacional dos Afrodescendentes e o mês dedicado ao tema em função do 20 de Novembro - Dia Nacional de Zumbi e da Consciência Negra, por decreto da presidenta da República, Dilma Rousseff. Momento oportuno para as homenagens póstumas ao ativista, professor, escritor e poeta, Abdias Nascimento, e para o lançamento do livro "Literatura e afrodescendência no Brasil: antologia crítica", de Eduardo de Assis Duarte e Maria Nazareth Soares Fonseca.
Organizada em quatro volumes, a obra é composta por ensaios, referências biográficas e bibliográficas sobre 100 autores negros do Brasil Colônia até os dias atuais. Literatura e Afrodescendência, que foi desenvolvida com auxílio de 61 pesquisadores de 21 universidades brasileiras e seis estrangeiras, propõe uma reflexão acadêmica sobre o tema. Fizeram-se presentes ao lançamento os 20 escritores dos textos que compõem a publicação.
Igualdade Racial é pra Valer
Lançada neste Ano Internacional dos Afrodescendentes, instituído pelas Nações Unidas, a campanha da Seppir convoca a sociedade a incorporar o movimento pelo fim do racismo no Brasil. As parcerias são estabelecidas com órgãos do governo, com a iniciativa privada e a sociedade civil, fortalecendo a promoção da igualdade racial em diferentes segmentos.
Além da Biblioteca Nacional, a iniciativa já conta com a adesão de governos estaduais e municipais, da Caixa Econômica Federal, da Câmara dos Deputados e do Senado Federal; dos Ministérios da Saúde, Educação e da Justiça, através da Polícia Federal; da Petrobras, dos Correios, da Tempo Propaganda e da Federação Brasileira de Bancos (Febraban).
Os acordos de cooperação são construídos conforme a especificidade da atividade dos parceiros e incluem os planos de trabalho com atribuições das partes, metas e prazos para execução das ações. Os parceiros se comprometem com a divulgação da campanha, mas também com a formulação e implementação de ações afirmativas nos eu âmbito de atuação.
Oferta de cursos de capacitação, realização de censos e estudos, adoção de sistemas de cotas raciais, proposição de leis e de atividades que fortaleçam o reconhecimento da história e da cultura afro-brasileira, bem como da contribuição dos afrodescendentes para a formação da sociedade.
Fonte: Clipping SEPPIR
sexta-feira, 11 de novembro de 2011
Audiência Publica - Lei Nº 10.639/03: Implementação das Diretrizes Curriculares Nacionais para ERER
Acontecerá no dia 23 de novembro de 2011 às 14:30 na Assembleia Legislativa de São Paulo uma Audiência Pública sobre a Lei Federal 10.639/03: Implementação das Diretrizes Curriculares Nacionais para a Educação das Relações Étnico-raciais e para o Ensino de História e Cultura Afro-Brasileira e Africana. Esta atividade é uma realização da Comissão de Educação e Cultura da Assembleia Legislativa de São Paulo e do Fórum de Educação e Diversidade Étnico Racial do Estado de São Paulo – FEDER/SP.
LEI Nº 10.639/03: IMPLEMENTAÇÃO DAS DIRETRIZES CURRICULARES NACIONAIS PARA A EDUCAÇÃO DAS RELAÇÕES ÉTNICO-RACIAIS E PARA O ENSINO DE HISTÓRIA E CULTURA AFRO-BRASILEIRA E AFRICANA.
Dia: 23 de novembro de 2011
Hora: 14h30
Local: Assembleia Legislativa do Estado de São Paulo.
Avenida Pedro Alvares Cabral, 201.
Auditório Teotônio Vilela – 1º Andar
Realização:
Comissão de Educação e Cultura da Assembleia Legislativa de São Paulo
Fórum de Educação e Diversidade Étnico Racial do Estado de São Paulo – FEDER/SP
LEI Nº 10.639/03: IMPLEMENTAÇÃO DAS DIRETRIZES CURRICULARES NACIONAIS PARA A EDUCAÇÃO DAS RELAÇÕES ÉTNICO-RACIAIS E PARA O ENSINO DE HISTÓRIA E CULTURA AFRO-BRASILEIRA E AFRICANA.
Dia: 23 de novembro de 2011
Hora: 14h30
Local: Assembleia Legislativa do Estado de São Paulo.
Avenida Pedro Alvares Cabral, 201.
Auditório Teotônio Vilela – 1º Andar
Realização:
Comissão de Educação e Cultura da Assembleia Legislativa de São Paulo
Fórum de Educação e Diversidade Étnico Racial do Estado de São Paulo – FEDER/SP
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